O que é um dashboard?
O dashboard é uma ferramenta que organiza em um painel informações importantes para acompanhar resultados de forma visual. Por meio dele, é possível visualizar métricas e indicadores que auxiliam na hora de tomar decisões acertadas na empresa.
Há diferentes tipos de dashboard e você consegue personalizá-los conforme a necessidade da empresa. Assim, é possível incluir indicadores que façam sentido e que ajudem em cada área do negócio.
Além de ser possível criá-los para os diferentes departamentos, também é possível fazê-los de modo individual. Assim, os colaboradores podem acompanhar suas próprias métricas para encontrar caminhos para melhorar a sua performance.
Vale salientar ainda que é possível incluir comparações de períodos diferentes e diversas métricas que sejam relevantes para o desempenho do negócio. Com isso, equipes de Marketing, Vendas, Redes Sociais e SEO, por exemplo, conseguem ter uma boa noção de como estão se saindo.
Que tal entender mais sobre os diferentes usos de dashboard na empresa? Então, confira os posts especiais que preparamos:
- O que é um dashboard de vendas e como montar o seu
- Dashboard de Marketing Digital: saiba como analisar e acompanhar as métricas da sua estratégia
- Confira o passo a passo para criar um dashboard no Excel do zero
Para que serve um painel de dashboard?
O painel de dashboard serve para visualizar informações relevantes para os profissionais de diferentes áreas por meio de gráficos, figuras e outros elementos. Assim, a equipe pode acompanhar métricas e dados de maneira simplificada e eficiente.
Ou seja, é um facilitador do monitoramento da performance da empresa, ajudando na automação do marketing e de outras áreas, além de auxiliar na hora de direcionar as ações do negócio. Com isso, pode-se encontrar soluções para problemas e ajustar estratégias que não estejam apresentando resultados.
Porém, é importante destacar que esse recurso precisa ser utilizado de maneira inteligente e estratégica. Caso contrário, servirá apenas para amontoar informações que não geram benefícios.
Assim, pense com cautela em quais são as melhores métricas para incluir no dashboard.
Quais são os tipos de dashboard?
Existem diferentes tipos de dashboard que podem ser usados em uma empresa. Compreender as diferenças entre eles é relevante para decidir qual é o mais adequado para reunir as métricas mais importantes no negócio.
Por isso, separamos abaixo as informações sobre cada um deles. Vale a pena continuar lendo e conferir!
Dashboard Estratégico
Esse tipo de dashboard é destinado ao alto escalão da empresa, ou seja, para profissionais que estão em um alto nível hierárquico de cada um dos setores.
Ele normalmente é utilizado com uma frequência menor que os outros dois tipos, porém, conta com métricas estratégicas que podem colaborar com o sucesso do negócio.
Normalmente, são utilizados dados de períodos diferentes para fazer comparações e pensar em meios de melhorar os resultados da empresa.
Além disso, é comum ter informações em nível macro, que são coletadas com maior mobilização, usando capital humano e material.
Dashboard Tático
Esse dashboard é focado no médio prazo e usa indicadores para compreender tais cenários. Para isso, é necessário ter mais informações e detalhes sobre as métricas que estão sendo coletadas. Isso ocorre porque os dados são correlacionados com as operações mais práticas da empresa.
Em geral, resultados ruins são identificados com maior facilidade, bem como as causas que estão gerando tal performance.
Com isso, é possível adotar ações para corrigir os erros e melhorar o desempenho do estabelecimento. Portanto, é importante fazer consultas ao dashboard com maior regularidade.
Dashboard Operacional
O último tipo de relatório está muito relacionado com o dia a dia da empresa e tem impacto direto nas atividades cotidianas. Nesse sentido, ele deve ter informações que ajudem a identificar erros de maneira ainda mais simples, além de ajudar a compreender quais são as ações que devem ser adotadas para corrigir os problemas.
Como sua relação com as tarefas diárias é direta, é necessário observá-lo com uma frequência muito elevada.
Além disso, é aconselhável fazer atualizações em tempo real, para que, se a empresa sair do caminho, seja possível ajustar a tempo de não ter prejuízos. Por isso, é necessário ter um grande detalhamento das informações contidas nele.
O que um dashboard deve conter?
O ideal é que o dashboard apresenta dados relevantes para a condução do negócio. Assim, pode-se incorporar métricas, indicadores e informações que ajudem nesse sentido.
Com isso, têm-se números à disposição que auxiliam na determinação de estratégias a fim de alcançar metas e objetivos da organização.
As métricas que estarão contidas no dashboard dependem do setor no qual ele vai ser utilizado. Abaixo, destacamos alguns deles:
- marketing: pode ter informações como quantidade de leads gerados, tempo de permanência dos visitantes no site, taxa de conversão, entre outros;
- vendas: nesse setor, métricas interessantes para colocar no relatório são receita gerada, custo de aquisição de clientes, ticket médio, entre outros;
- financeiro: as finanças necessitam de indicadores que ajudem a entender a lucratividade, nesse sentido, pode-se incluir custos, receitas, recorrência, etc.
Esses são alguns dos exemplos do que pode conter no dashboard de métricas dos diferentes departamentos da empresa. Vale avaliar com cautela para definir quais outros indicadores podem ser acrescentados.
Quais KPIs usar no dashboard de métricas?
Um dashboard de métricas precisa ter indicadores de qualidade que auxiliem na tomada de decisão do negócio.
Nesse sentido, apresentaremos, a seguir, algumas das melhores alternativas de KPIs que podem ser incluídos no seu painel. Porém, vale avaliar as necessidades de cada área e o que é necessário visualizar em cada dashboard.
Total de leads gerados
Essa é uma métrica importante para o setor de marketing. Por meio dela, é possível compreender se as campanhas desenvolvidas trouxeram bons resultados, quais são as possíveis mudanças para melhorá-los e, com mais alguns dados, o ROI das ações que foram adotadas.
Esse é um dos primeiros dados que um cliente vai querer ver. Isso porque, em geral, o objetivo do marketing é gerar leads qualificados que possam ser direcionados para a equipe de vendas.
Assim, incluir esse indicador no dashboard de métricas para o seu cliente é muito importante para fornecer uma visão clara sobre os resultados das ações de marketing realizadas.
Leads por páginas
Outra métrica relevante para melhorar as estratégias é a de leads por páginas. Por meio dele, é possível compreender quais são as principais landing pages, ou seja, quais delas estão coletando mais leads para direcionar para a negociação.
Assim, é possível entender quais são as páginas que estão fazendo o seu prospect tomar uma determinada ação. Desse modo, consegue-se identificar padrões e recursos que deram resultados atrativos nas campanhas.
Portanto, vale a pena incluir essa métrica no dashboard desenvolvido para o seu cliente. Nesse sentido, preze por incluir essa informação de maneira simples e que propicie fácil entendimento.
Valor da cotação por fonte
Entender os custos das ações adotadas também é necessário para fazer ajustes e garantir o bom andamento do negócio. Afinal, fazer bom uso do dinheiro é essencial para encantar os clientes e garantir novos serviços.
Nesse sentido, incluir no dashboard a métrica de valor da cotação por fonte é uma opção interessante. Ela ajuda a compreender quais são os canais mais baratos e o quanto de resultado cada fonte está gerando.
Além disso, esse indicador ajuda na hora de justificar ao seu cliente como o capital dele está sendo gasto. Assim, você pode tangibilizar os esforços feitos para aumentar o número de leads e, consequentemente, os lucros do negócio.
KPIs para cada etapa do funil
Outra forma prática de organizar os indicadores é alinhá-los às etapas do funil de marketing e vendas. Assim, o dashboard conta a história completa da jornada do cliente, do primeiro contato até a fidelização.
- topo de funil (atração): o foco é atrair o público certo. Bons KPIs aqui são o tráfego orgânico, o custo por clique (CPC) e o número de novos leads;
- meio de funil (consideração): hora de nutrir o interesse. Vale monitorar a taxa de abertura de e-mails, o engajamento em webinars e a quantidade de leads qualificados por marketing (MQLs);
- fundo de funil (conversão): o objetivo é fechar negócio. Acompanhe a taxa de conversão de MQL para SQL, o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e o número de novos clientes;
- pós-venda (retenção): manter quem já comprou é crucial. Fique de olho no Lifetime Value (LTV), na taxa de churn e no Net Promoter Score (NPS).
Essa estrutura garante que o painel conte uma história completa sobre a saúde do negócio, mostrando onde a empresa está acertando e onde precisa de atenção.
Exemplos de KPIs por objetivo de negócio
Também é possível partir dos objetivos da empresa para escolher os indicadores. A tabela abaixo conecta objetivos comuns aos KPIs de marketing e vendas mais relevantes para cada um deles. Use-a como ponto de partida.
| Objetivo do negócio | KPIs de marketing | KPIs de vendas |
|---|---|---|
| Aumentar o reconhecimento da marca | Alcance, impressões, menções à marca | — |
| Gerar mais leads qualificados | Nº de MQLs, Custo por Lead (CPL) | Taxa de conversão de MQL para SQL |
| Melhorar a eficiência das vendas | — | Ciclo de vendas, taxa de fechamento |
| Aumentar a receita | ROI de marketing (ROMI) | Ticket médio, novos clientes, MRR |
| Fidelizar clientes existentes | Taxa de recompra, engajamento | LTV, taxa de churn, NPS |
Lembre-se: a ideia não é usar todos, mas escolher os que fazem mais sentido para a estratégia atual. Os KPIs ideais também dependem do modelo de negócio — uma empresa de software (SaaS), por exemplo, acompanha de perto a Receita Recorrente Mensal (MRR) e o churn, enquanto um e-commerce foca na taxa de conversão do carrinho e no ticket médio.
Como montar dashboards eficientes e produtivos?
Agora que você já entende qual a importância de contar com essa ferramenta em seu cotidiano, é hora de colocar essas ideias em prática e montar o seu próprio dashboard. Veja, a seguir, quais os principais passos para utilizar esse recurso na empresa.
Defina o tipo de dashboard
Antes de seguir para a montagem do seu dashboard, vale a pena avaliar qual a melhor alternativa para utilizar nos seus projetos. Nesse quesito, basta identificar qual o objetivo de sua criação, qual o horizonte de tempo considerado, quais os temas que serão tratados e quais as principais informações que ele deve conter.
Isso permite que você possa estabelecer se o seu dashboard será tático, operacional ou estratégico. Após realizar essa escolha, fica ainda mais fácil determinar as próximas etapas de construção desse painel.
Estude opções de ferramentas
Depois de estabelecer qual a estrutura ideal para o seu dashboard, é necessário entender qual ferramenta será utilizada em sua construção.
O Excel é uma das mais populares para essa finalidade, visto que sua estrutura em formato de planilha facilita a organização dos dados e ainda permite a realização de diversas operações contábeis.
Mesmo que essa ferramenta seja muito comum, o mercado também desenvolveu vários softwares que são capazes de armazenar, filtrar e tratar os dados de uma empresa para que eles tragam informações relevantes.
Além disso, para empresas de grande porte ou projetos que envolvem várias etapas, vale a pena acionar o setor de TI e desenvolver uma ferramenta própria para a visualização dos registros mais relevantes para o time.
Também é necessário prezar pela facilidade no uso dessa ferramenta, além de permitir uma integração simples com ERP para ter acesso simplificado à base de dados.
Entre as opções mais utilizadas no mercado, vale conhecer algumas ferramentas específicas para a criação de dashboards. O Looker Studio (antigo Google Data Studio) é gratuito e se conecta de forma nativa com Google Analytics, Google Sheets e Google Ads, o que o torna uma boa porta de entrada para visualizar métricas de marketing digital. O Microsoft Power BI é o caminho natural para empresas que já utilizam o ecossistema Microsoft, com uma versão gratuita bastante completa. Já plataformas como o Tableau atendem equipes de Business Intelligence que lidam com grandes volumes de dados, enquanto o Databox foca em painéis fáceis de montar e compartilhar.
| Ferramenta | Ideal para | Preço | Principais integrações |
|---|---|---|---|
| Looker Studio | Iniciantes e equipes de marketing digital que usam o ecossistema Google | Gratuito | Google Analytics, Sheets, Ads, BigQuery |
| Power BI | Empresas que já utilizam o ecossistema Microsoft e precisam de análises robustas | Gratuito (com limitações) a planos pagos | Excel, Azure, SQL Server, Salesforce |
| Tableau | Equipes de BI e analistas que precisam de visualizações complexas | Pago (planos por usuário) | Praticamente qualquer fonte de dados |
| Databox | Times que querem painéis fáceis de montar e compartilhar, inclusive em TVs | Planos gratuitos e pagos | HubSpot, Google Analytics, redes sociais |
A escolha de uma ferramenta avançada deve ser justificada por uma necessidade clara. Se a empresa ainda não precisa de análises preditivas ou de processamento de grandes volumes de dados, as soluções gratuitas costumam ser mais do que suficientes. Vale testar as versões gratuitas ou os períodos de avaliação para sentir qual plataforma se adapta melhor ao fluxo de trabalho do time.
Determine quais indicadores deseja acompanhar
Com uma estrutura básica montada e capaz de fornecer acesso a todos os dados da empresa, é hora de estabelecer quais os indicadores que serão incluídos neste painel. Portanto, vale a pena olhar para os objetivos que justificam a criação do seu dashboard e estabelecer quais métricas contribuem para realizar sua análise.
Antes de incluir diversos itens, vale a pena lembrar que existe uma limitação dos indivíduos quanto a capacidade de absorção das informações.
Isso significa que muitos indicadores podem causar mais confusão do que ajudar no processo de decisão. Portanto, vale se ater ao que é crucial em sua análise e determinar quais são as informações prioritárias.
Entre as métricas disponíveis, considere destacar aquelas que envolvem os dados mais importantes no contexto, livrando o painel de qualquer outra informação que não está diretamente ligada ao problema em questão.
Prepare e limpe os dados
Definidos os indicadores, é hora de garantir que os dados que vão alimentar o painel sejam confiáveis. Na prática, as informações costumam viver espalhadas: o tráfego no Google Analytics, os leads no CRM, os custos de campanha em planilhas. O ideal é centralizar essas fontes para criar uma fonte única da verdade, um lugar onde toda a equipe possa buscar informações consistentes e atualizadas.
Aqui vale a regra clássica da análise de dados: lixo que entra, lixo que sai. Se os dados de entrada estiverem inconsistentes ou duplicados, as conclusões também estarão comprometidas. Antes de montar os gráficos, vale seguir um checklist rápido de preparação:
- padronizar formatos: garanta que datas, moedas e nomes de campos sigam um padrão único — “São Paulo”, “SP” e “sao paulo” precisam ser tratados como a mesma coisa;
- tratar valores ausentes: decida o que fazer com células vazias, seja excluí-las, preencher com a média ou usar um valor padrão;
- remover duplicados: identifique e elimine registros repetidos, como o mesmo lead cadastrado duas vezes com e-mails levemente diferentes;
- enriquecer os dados: combine informações de fontes diferentes para ter uma visão mais completa, como adicionar dados de localização a um registro de lead.
Esse trabalho de bastidores é o que separa um dashboard decorativo de uma ferramenta estratégica de verdade, além de construir a confiança necessária para que as equipes realmente usem o painel no dia a dia.
Escolha bons recursos visuais
Mesmo que os dados estejam no centro de sua análise, é importante estabelecer de que forma as informações são dispostas no dashboard, visto que isso contribui para que os indivíduos possam relacionar determinados dados e inferir relações entre os indicadores.
Pondere trazer alguns dados de maneira gráfica, contribuindo para que todos compreendam a relação proporcional entre as variáveis, além de ter mais clareza sobre as dimensões das informações que são apresentadas.
Por fim, vale cruzar algumas unidades de medida antigas com as atuais para acompanhar a evolução do projeto ao longo do tempo.
Use o gráfico certo para cada métrica
Cada tipo de dado pede um visual diferente, e usar o gráfico errado pode levar a conclusões equivocadas. Algumas escolhas seguras:
- gráficos de linhas: perfeitos para mostrar a evolução de algo ao longo do tempo, como o tráfego do site mês a mês ou o crescimento da base de leads;
- gráficos de barras: ideais para comparações diretas, como a geração de leads por canal ou o desempenho de vendas de produtos diferentes;
- gráficos de pizza (ou rosca): funcionam bem apenas para mostrar a composição de um todo com poucas categorias — o ideal é menos de cinco;
- gráficos de funil: indispensáveis para visualizar taxas de conversão entre etapas, do primeiro contato do lead até o fechamento do negócio.
Na hora de organizar a tela, a regra de ouro é deixar a informação mais importante no topo e à esquerda, onde o olhar chega primeiro. As cores também precisam ter propósito: mantenha uma paleta consistente e reserve os tons vibrantes para alertas — verde para metas batidas, vermelho para pontos que exigem atenção imediata.
Perguntas frequentes sobre dashboard de métricas
Qual a diferença entre um dashboard e um relatório?
O relatório é uma foto do passado: estático, como o balanço de vendas do último trimestre, serve para análises retrospectivas mais profundas. Já o dashboard é como o painel de um carro: dinâmico, visual e focado no agora, mostrando os KPIs em tempo real (ou quase) para decisões rápidas. O relatório explica o ontem; o dashboard ajuda a pilotar o hoje.
Com que frequência os dados do dashboard devem ser atualizados?
Depende do ritmo do negócio e do tipo de decisão que será tomada com aqueles dados:
- times operacionais: uma equipe de vendas que acompanha metas diárias precisa de dados em tempo real ou, no mínimo, atualizados a cada hora;
- gestores táticos: quem otimiza campanhas digitais costuma se virar bem com uma atualização diária;
- liderança estratégica: a diretoria, que analisa tendências maiores, geralmente precisa apenas de uma visão semanal.
A regra de ouro é simples: a informação precisa chegar na velocidade em que a decisão é tomada.
Quais são os erros mais comuns ao criar um dashboard?
Alguns tropeços aparecem com frequência nos primeiros painéis e valem atenção:
- excesso de informação: tentar colocar tudo em uma tela só cria uma poluição visual que ninguém entende — menos é mais;
- foco em métricas de vaidade: priorizar números que parecem bons no papel, como curtidas, em vez dos que impactam o negócio, como o CAC e a taxa de conversão;
- visualização errada para o dado: um gráfico de pizza comparando dez categorias, por exemplo, é receita para interpretações confusas;
- falta de um objetivo claro: começar a construir sem definir quais perguntas o dashboard precisa responder;
- ignorar a qualidade dos dados: informações inconsistentes invalidam todo o trabalho e destroem a confiança da equipe na ferramenta.
Viu como vale a pena contar com um dashboard de métricas para dar suporte aos seus projetos? Por meio desse recurso visual, você consegue trazer diversos benefícios para o seu processo de tomada de decisão.
Além de ter mais clareza sobre os objetivos que devem ser alcançados, ainda é possível ter mais foco em suas estratégias.
Quer explorar os benefícios dessa ferramenta? Então continue com sua visita ao blog e entenda o que é um dashboard de vendas e como montar o seu!