Este artigo foi redigido pelo Juan Andrés Corrales, redator venezuelano do nosso projeto em espanhol, com foco na América Latina. Foi ainda devidamente traduzido e revisado por freelancers do mesmo projeto, para que você possa conhecer a história do Juan e como ele driblou a hiperinflação da Venezuela graças aos freelas.
Para começar a contar essa história, vamos voltar para o início de 2018.
Todo começo de novo ano é cheio de objetivos, desejos e, em geral, o sonho de alcançar um estilo de vida melhor, e eu sabia que, para alcançá-lo, tinha que dar uma virada na minha vida.
As coisas não eram muito boas em casa, do ponto de vista econômico. Embora trabalhasse como jornalista esportivo em uma empresa com grande experiência e comprometida com o bem-estar de seus trabalhadores, a hiperinflação que atravessa o meu país — sim, a Venezuela — significa que qualquer salário em moeda nacional não permite cobrir o custo de vida.
Por essa razão, decidi notificar o gerente do jornal de que meu plano era sair a curto prazo, embora não tivesse outro projeto específico.
Algumas das minhas alternativas eram emigrar (mas eu não tinha um destino definido) ou fazer um investimento para me dedicar ao comércio (eu só precisava de uma pequena coisa: capital).
Como você pode ver, trabalhar com Marketing de Conteúdo não foi uma das minhas opções, porque eu ainda não sabia o que era.
Como eu conheci a Rock Content?
Para desenvolver este ponto da história, tenho que agradecer a um bom amigo. Ele é uma daquelas pessoas que raramente fala sério, mas quando o faz é porque tem algo muito bom para dizer.
Em abril de 2018, ele me contou sobre uma empresa de Marketing de Conteúdo, que pagava muito bem por escrever em casa e que se preocupa em treinar sua rede de freelancers.
Eu já havia trabalhado, por alguns meses, como redator web no conforto da minha casa, embora na realidade não fosse tão confortável: a agência de publicidade estava atrasada nos pagamentos e exigia metas quase impossíveis para um único redator.
Engraçado como, sem ter muita opção, às vezes a gente só vai, quase no automático. Nessa época, confesso, eu já não tinha lá muita expectativa em relação a propostas que pareciam fáceis demais. Todo mundo conhece alguém que caiu em promessa de trabalho remoto milagroso. Então, quando meu amigo veio com essa indicação, eu fiquei entre a esperança e o cinismo – mas precisava arriscar.
O curioso é que, naquele momento, as notícias sobre instabilidade financeira já eram parte do café da manhã de todo mundo por aqui, só que ninguém falava abertamente sobre o desespero silencioso que batia toda vez que o salário não dava nem pro básico. Acho que foi esse incômodo que me empurrou para buscar algo além do convencional. Não tinha tempo de duvidar tanto – era aceitar ou continuar patinando.
Com esse cenário, o que meu amigo me contou sobre a empresa Rock Content parecia muito bom para ser verdade. Foi o pára-quedas que eu estava esperando! Então, sem pensar muito no assunto, resolvi aceitá-lo, e hoje posso dizer que não acabei caindo no vazio.
Como foram minhas primeiras tarefas como freelancer?
Para entrar na rede de freelancers da Rock Content, fiz um teste, depois de ler um guia sobre produção de conteúdo que a própria empresa fornece.
Depois de aprovado, comecei a me candidatar para as diferentes categorias de textos: Carreira, Gestão de Negócios, Entretenimento, Saúde, entre muitos outras.
Quase imediatamente tive acesso às primeiras tarefas, todas como parte do projeto de uma rede de universidades no México.
Os tópicos dos conteúdos centraram-se em alternativas de carreira, guias para graduação específica e aconselhamento para jovens e estudantes universitários.
Apesar da minha inexperiência no Marketing de Conteúdo, já que tudo relacionado à essa estratégia aprendi com a Rock e, com a prática, não tive problemas com as primeiras tarefas.
Felizmente, os tópicos eram familiares e interessantes, já que a vida universitária não era estranha para mim. Apenas 3 anos atrás havia me formado em Comunicação Social.
Além disso, essas primeiras tarefas também me ajudaram a verificar se a Rock Content era uma fonte de oportunidades econômicas, como meu amigo havia me dito. Em 25 de abril de 2018 solicitei meu primeiro pagamento e ele chegou na minha conta em poucas horas!
O valor do pagamento foi equivalente a quase 1 ano do salário do meu antigo emprego! Lembro que no dia seguinte fiz compras muito boas no mercado para comemorar que as coisas começaram a melhorar economicamente em casa.
Qual é a minha posição atual como freelancer?
Minha vida como freelancer tem sido uma melhoria contínua. Não estou envolvido apenas com o projeto da rede de universidades mexicanas, porque minhas oportunidades de trabalho — e renda — aumentam à medida que a Rock Content expande sua clientela na América Latina.
Atualmente, escrevo para, pelo menos, 10 projetos diferentes, vários deles de empresas que fornecem soluções tecnológicas para o setor empresarial. Além disso, a propósito, produzo e reviso conteúdo para o blog da Rock Content Espanhol.
É engraçado pensar que há poucos anos eu nem cogitava atuar nessa área – Marketing de Conteúdo era praticamente um idioma desconhecido pra mim. Hoje, pego alguns projetos e até sinto falta daquele frio na barriga do começo, aquele receio de não dar conta. Não que desapareça, né, só muda de formato. Agora me pego discutindo otimização de textos ou estratégias para aumentar engajamento como se fosse planejando o almoço de domingo, do nada.
E, uma coisa que aprendi nesses projetos todos: cada cliente vem com suas manias, suas urgências, suas microcrises. Talvez a maior lição tenha sido exatamente conviver com essas diferenças e, lá pelas tantas, aprender a deixar o perfeccionismo de lado. É… às vezes uma entrega boa e no tempo vale mais do que um texto “redondinho”.
Logicamente, tudo isso resultou em um grande aprendizado. Graças à minha experiência na Rock, conceitos e termos que são muito valiosos nesta era digital, como Marketing de Conteúdo, SEO, Leads e Funil de Vendas, entre muitos outros, não são mais estranhos para mim.
Como é a vida de freelancer?
Nem tudo na minha vida como freelancer são flores, mas certamente foi uma decisão muito boa entrar para a rede Rock Content. De fato, isso me deu tantos benefícios que atualmente estou exclusivamente dedicado à produção de conteúdo na sua plataforma.
A maior vantagem de ser um freelancer é que você é dono do seu tempo. No meu caso, tenho a sorte de poder compartilhar muito mais com minha filhinha e minha esposa do que quando trabalhei de maneira tradicional, e agora estou sempre em casa!
A renda, claro, não pode ser deixada de fora. Eu não tenho mais um teto salarial, mas minhas habilidades e competências são o que determinam quanto dinheiro posso produzir.
Quanto às desvantagens de trabalhar como freelancer, talvez o único seja que você não tem a segurança e certeza jurídica de um funcionário tradicional. Por exemplo, se você ficar doente por uma semana, simplesmente não gerará renda.
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O que significa ser um freelancer da Rock Content para mim?
Embora, minha história com a Rock Content seja sinônimo de flexibilidade e estabilidade econômica, também é um desafio diário.
Além de ser uma empresa amigável, a Rock é caracterizada por seus altos padrões de qualidade. Por essa razão, sei que devo fazer o meu melhor em todas as linhas que escrevo.
Embora minha curta vida como freelancer tenha sido cheia de aprendizado, estou ciente de que ainda tenho muito a crescer e melhorar. Na verdade, acho que quando se trata de produção de conteúdo, você nunca sabe tudo.
Há sempre espaço para crescimento e você pode fazer um trabalho melhor! Você achou essa história interessante? Aproveite então para contar a sua também em uma próxima Coluna Freela!

Juan Andrés Corrales
Jornalista que só se imaginava nas jornadas esportivas, mas que encontrou no Marketing outra vocação.